Educação Financeira – é do berço que se aprende!

Segundo Dale Carnegie, em seu livro “Como fazer amigos e influenciar

pessoas”, quase todo ser humano adulto, de uma maneira em geral, deseja

para si algumas coisas em comum, como: saúde, alimento, repouso, dinheiro e

o que ele pode comprar; vida futura, satisfação sexual, o bem-estar dos filhos e

sentir-se importante. Resumindo, as pessoas desejam uma vida equilibrada e

que, basicamente, o satisfaça em todas as esferas, inclusive a esfera

financeira.


A preocupação com a educação financeira deve começar na infância. A

consciência financeira, logo no início da vida pode evitar que no futuro, a nova

geração comece a fase adulta já endividada ou com problemas com esta

questão.


Parece não ter tanta relevância, mas levantar essa causa nos ajuda a entender

o papel fundamental que exercemos perante a sociedade e consequentemente

na economia.


Saber qual é a melhor forma de comprar, economizar, investir, controlar o

dinheiro, avaliar de forma correta o preço dos produtos e os custos de

determinadas escolhas, deveriam ser matéria obrigatória nas escolas, pois

influenciam diretamente na qualidade de vida do ser humano em qualquer fase

da vida.


A possibilidade de orientá-las enquanto ainda estão na fase de formação,

acaba estimulando um desenvolvimento consciente nessa área, além de fazer

com que os pais tornem o assunto um hábito dentro de casa, quebrando alguns

tabus que existem em torno do “dinheiro”.


Falar sobre isso só ajuda, não só os pequenos, mas os próprios familiares, que

tem a oportunidade de avaliar sua conduta e refletir sobre o que andam

fazendo. Vale ressaltar o papel dos pais como exemplo aos filhos, inclusive nos

hábitos financeiros. Explicar a importância do trabalho, ensiná-las a administrar

a mesada, mostrar o preço das coisas as quais querem comprar; são formas

de ajudá-las a entender o funcionamento da casa em que vivem e das rotinas

financeiras da família, demonstrando assim, as possibilidades e a realidade em

que está inserido.


Crianças com conhecimento, geram adultos conscientes de suas próprias

condições e auxiliam para que, no futuro, possam tomar melhores decisões

para si, para a família que construírem e até mesmo para os negócios. Falar

sobre “dinheiro” deve ser algo natural e rotineiro, assim como outros assuntos.




O controle financeiro vem de berço e é lá que já se começa a aprender.

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